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terça-feira, 8 de março de 2016

Especial Dia das Mulheres: As Mulheres no Novo Testamento - Parte 1 – Os Evangelhos


No mês das Mulheres, resolvi fazer algumas postagens especiais retomando o tema que deu origem a este blog: a vida de Mulher Cristã. Foi por isso que este blog foi criado, para tratarmos de assuntos relacionados a essa temática, então é fácil de imaginar o quanto eu gosto desse assunto. E gosto dele por um motivo bem específico: sou mulher. E sou cristã. Portanto, PRECISO descobrir como ser uma Mulher Cristã, segundo a Palavra do meu Deus, e compreender tudo aquilo que Deus deseja ensinar a respeito disso nas Sagradas Escrituras.

Semana passada, fui convidada para ir a uma igreja conduzir um estudo sobre o Panorama da Mulher no Antigo Testamento, iniciando as comemorações deles do mês da mulher. E foi muito bom. Porém, o estudo está estruturado em tópicos, em forma de pregação, por isso ainda será necessário transforma-lo em texto para compartilhar aqui no MV. Contudo, hoje eu gostaria de falar sobre a segunda etapa do assunto: As Mulheres no Novo Testamento, exatamente porque minha meditação foi interrompida, na semana passada e nesta, no contexto do Antigo Testamento. Então, senti o desejo de continuar refletindo sobre o que o Novo Testamento nos ensina sobre a figura da mulher e fazer esse registro acerca das reflexões, antes que elas se percam (rs). E eu quero dividir essa reflexão, esse estudo, em duas partes: as mulheres nos Evangelhos e as mulheres nas cartas apostólicas. Hoje focaremos na primeira parte.

1) As mulheres nos evangelhos
Nessa parte, quero abordar três tópicos: combate ao preconceito; anonimato e liderança masculina (porque, sinto muito, mas não dá pra falar de mulher sem falar do homem, na Bíblia!).

a) Combate ao preconceito: no estudo sobre as mulheres no Antigo Testamento, fiz questão de ressaltar (descreverei aqui em breve) que Deus mostra o valor da mulher no Antigo Testamento sim! Muitos ainda têm reproduzido a falsa verdade de que o Antigo Testamento denigre as mulheres, as menospreza, as desvaloriza, que elas não tinham valor nenhum nos escritos do A.T. Mas isso não é verdade. Ainda que vejamos muitas histórias difíceis de compreender em relação à forma como as mulheres eram tratadas naquela cultura, também vemos Deus protegendo as mulheres de muitas maneiras: colocando homens para cuidarem delas e as protegerem do perigo e de outros homens mal intencionados (e aí vemos pais – homens, e irmãos – homens defendendo a honra das mulheres a ponto de matar pessoas; vemos muitas leis voltadas para a proteção da honra da mulher, de sua pureza; vemos Deus mesmo cuidando de muitas mulheres); além de colocar, como parte dos Sagrados Livros Judaicos, livros como os de Rute e Ester, histórias cujos personagens centrais são mulheres, mesmo numa sociedade patriarcal e considerada por muitos, hoje, como machista. Deus defendeu as mulheres e deu espaço a elas sim. Porém, a liderança havia sido dada aos homens e a lei, muitas vezes, dava brechas para más interpretações e conclusões erradas a respeito das mulheres. E o pecado do ser humano se aproveitou disso e, com o passar do tempo, tornou o chamado para liderança dos homens em um ensino da superioridade do homem, e o chamado para auxiliadora da mulher em um ensino da inferioridade da mulher. Então, na época de Jesus, como em muitas outras épocas, como no próprio A.T., o pecado aproveitou-se da lei e das normas sociais para excluir a mulher. E era assim na época de Jesus. Homens não falavam com mulheres. Elas não podiam se dirigir aos homens em geral. Não podiam ficar no mesmo lugar dos homens na sinagoga. Eram separadas, por serem consideradas inferiores.

Aí aparece Jesus, e se achega a tantas mulheres. A samaritana, a endemoninhada Maria Madalena, a mulher do fluxo de sangue, a pecadora que lhe lavou os pés, as irmãs Marta e Maria que se tornaram Suas amigas, Joana, Suzana e muitas outras. Jesus, homem, aproxima-se delas – e choca aquela sociedade. E choca mais ainda quando muitas dessas mulheres, além de serem consideradas indignas por aquela sociedade por serem mulheres, eram também pecadoras – endemoninhadas, adúlteras, prostitutas, impuras. E Jesus mostra Sua missão de quebrar paradigmas, de chocar aquela sociedade (e, muitas vezes, seus próprios discípulos) e mostrar que o que eles achavam que a Lei estava ensinando estava totalmente equivocado. Não era isso que o A.T. ensinava. E Jesus vem revelar o verdadeiro significado da Lei. Ele vem cumprir a Lei. E a Lei também tinha o propósito de mostrar quanto Deus valorizava a mulher, e por isso a queria proteger – e não menosprezar. Porém, precisamos entender que Jesus não fez isso, não se colocou como quebra de paradigmas, simplesmente porque eram mulheres. Jesus fez isso com as crianças, fez isso com os gentios, com os publicanos, com os cobradores de impostos, com leprosos, com pecadores de uma forma geral... o ensino dessa aproximação de Jesus em direção às mulheres não deve ser motivo para querermos “super-exaltar” a mulher, coloca-la numa posição de superioridade. Não! Porque, diante de Deus, somos todos IGUAIS, como diz Paulo em sua carta aos Gálatas: “Todos vocês são filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus, pois os que em Cristo foram batizados, de Cristo se revestiram. Não há judeu nem grego, escravo nem livre, homem nem mulher; pois todos são um em Cristo Jesus.” (Gl. 3.26-28). Portanto, o ensino que exalta o homem está errado, mas o ensino que exalta a mulher também está errado! Diante de Deus, somos todos iguais. Não há homem nem mulher. E foi isso o que Jesus veio ensinar. Ele vê a todos da mesma forma e é assim que devemos ver.


b) Anonimato: Ah, eu confesso que adoro os relatos bíblicos mostrando como as mulheres realizavam seus ministérios no anonimato, durante toda a Bíblia. Porque eu acho o ministério anônimo, escondido, sem holofotes uma das maiores provas de fé e de fidelidade a Deus. Porque é tão fácil dar nosso melhor quando todos estão nos olhando, quando todos nos elogiam e admiram. Mas quando ninguém está vendo nosso serviço sendo realizado, ou quando os seus frutos nunca serão contemplados por grandes multidões, somente fé e total rendição a Deus podem nos manter fiéis. E eu olho para os evangelhos e vejo as mulheres assim. A Bíblia nos diz que havia muitas mulheres que seguiam a Jesus (Lucas 8.2-3; Marcos 15:40-41; Mateus 27.55-56) e cita vários nomes. Só que, raramente, dá mais informações a respeito delas do que seus nomes e algumas poucas características, como com quem eram casadas ou que problemas haviam enfrentado antes de conhecer Jesus. Não sabemos as suas histórias. Sabemos muito pouco sobre como participavam do ministério de Jesus, exceto alguns exemplos, como “Suzana e muitas outras, que o serviam com seus bens” (Lc.8.3).

Até mesmo Maria, a própria mãe de Jesus! Pare e procure o que se fala a respeito de Maria, mãe de Jesus, após o início do ministério de Jesus, em toda a Bíblia. Pouquíssima coisa se fala. E ela era A MÃE DO MESSIAS. Se havia uma mulher, em toda a Bíblia, que poderia ter sido exaltada e colocada sobre destaque, esta era Maria – como os católicos romanos procuraram fazer. Mas não é o que a Palavra de Deus faz. Nem nos evangelhos, nem nas cartas apostólicas, Maria aparece fazendo grandes coisas. Ela também estava contribuindo com o ministério de Jesus nas sombras, no anonimato, como coadjuvante – e não protagonista – da história.

c) Liderança masculina: outro ensino que perpassa toda a Bíblia, iniciando na criação e no Éden, antes da queda. Deus chamou os homens para serem os líderes, e as mulheres para serem suas auxiliadoras. E esse ensino fica claro na vida de uma mulher mencionada nos Evangelhos – a mulher cuja história mais conhecemos: Maria, a mãe de Jesus. Novamente, se havia uma que poderia ter sido levantada por Deus para desconstruir a ideia de que a liderança não foi dada aos homens, mas tanto a homens quanto a mulheres, a pessoa ideal era Maria. Porque ela teve uma experiência sobrenatural incrível com Deus, ficou grávida DO ESPÍRITO SANTO mesmo sendo virgem, e seu próprio cântico disse que “todas as gerações a considerariam bem-aventurada” (Lc. 1.48). Era a mulher ideal. Porém, Deus não fez isso. Havia um homem na vida de Maria, José. Que nem era o pai “verdadeiro” de Jesus. Mas foi a ELE, e não a Maria, que Deus deu a responsabilidade de cuidar daquela família. E vemos em todos os relatos desde a saída de José e Maria de Nazaré para Belém da Judéia, a fuga para o Egito, até o retorno do Egito, era com José que Deus falava e a Ele que Deus dava as ordens a respeito do que aquela família deveria fazer. Era a José que Deus falava em sonhos, dizendo que direção tomar. E Deus lhe dizia: “Dispõe-te, toma o menino e sua mãe, foge para o Egito” (Mt. 2.13), e “Dispõe-te, toma o menino e sua mãe e vai para a terra de Israel” (Lc.2.20). E José, como líder daquela família, tomava sua mulher e seu filho e seguia as ordens de Deus. Ele era o protetor daquela família – daquela mulher e daquela criança – instituído por Deus.

E esse ensino também é visto quando Jesus, já crucificado, olhando para sua mãe, viúva, e pensando em como ela ficaria após a sua morte, olha para João, seu “discípulo amado” e diz: “Mulher, eis aí o teu filho. Depois, disse ao discípulo: Eis aí tua mãe” (João 19.26-27). Porque nenhuma mulher deveria ficar desamparada, sem o cuidado e a proteção de um homem. Quem cuidaria de Maria depois da morte dele? Então Jesus escolhe Seu discípulo amado, aquele que lhe era como um irmão, e lhe entrega os cuidados de Sua mãe. Ele deveria, a partir daquele momento, cuidar de Maria como se fosse a sua mãe. E, por outro lado, João também não ficaria desamparado, mas contaria com os cuidados da mãe do Cristo como se ele mesmo fosse filho dela. O chamado de Deus aos homens para cuidarem e protegerem as mulheres, como líderes instituídos por Deus.

Outra questão interessante, agora já em Atos dos Apóstolos, mas ainda usando o exemplo de Maria como mulher mais notável dos Evangelhos, é o fato de que, quando o lugar de Judas entre os 12 apóstolos ficou vago, ao considerarem sobre quem assumiria o cargo – aquele cargo de liderança diante dos muitos discípulos que já seguiam a Jesus àquela altura (a Igreja de Cristo já formada pelos que iam sendo salvos) – Pedro falou: “É necessário, pois, que, dos homens que nos acompanharam todo o tempo que o Senhor Jesus andou entre nós, começando no batismo de João, até ao dia em que dentre nós foi levado às alturas, um destes se torne testemunha conosco de sua ressurreição” (Atos 1.21-22). Dentre os HOMENS que nos acompanharam todo o tempo. E não é que não houvesse mulheres que tinham vivido todas essas coisas. Acabamos de ver que havia muitas mulheres seguindo Jesus e testemunhando de todas as coisas que os apóstolos testemunharam. Inclusive, quem primeiro viu Jesus ressurreto foram mulheres. Elas não estavam em nada atrás das experiências vividas por aqueles homens. Contudo, elas não foram cotadas para assumir o lugar de Judas. Se usássemos a lógica, Maria seria a pessoa mais indicada, se não importasse para Deus o fato da liderança da Igreja ser exercida por homens ou por mulheres. De todos, ela era quem mais conhecia Jesus, afinal, O havia acompanhado durante toda a vida. Mas nem mesmo ela foi cotada para o cargo. Porque Deus chamou para exercer a liderança, também de Sua Igreja, aos homens.

No próximo texto, destacarei o que as cartas apostólicas nos ensinam a respeito das Mulheres – o que reforçará ainda mais todos estes ensinos do Novo Testamento sobre nós, mulheres.

E, não podendo deixar de aproveitar a oportunidade (quase atrasada): Feliz Dia das Mulheres a todas nós! E que o Espírito Santo possa nos ensinar como viver toda a plenitude e a alegria de nossa identidade feminina dada por Deus! Que nossa feminilidade cristã seja compreendida e vivida com tanta profundidade, gozo e fé que o mundo possa, por causa de nossas vidas, conhecer mais ao Deus a Quem amamos e servimos e render GLÓRIAS A ELE ETERNAMENTE! Que assim seja. Amém.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Gente como a gente...

Hoje comecei a ler o livro "Mulheres fiéis e seu Deus Maravilhoso", da Noël Piper, editora Fiel. O livro conta as histórias de 5 mulheres de Deus, que viveram em épocas diferentes, com vidas diferentes e usadas por Deus de formas diferentes, porém todas com uma coisa principal em comum: o seu Deus Maravilhoso!

Nessa manhã, li a história de Sarah Edwards, esposa de Jonathan Edwards, e os relatos de sua vida como esposa, mãe, dona de casa, hospedeira e exemplo de mulher. Ela foi esposa do maior teólogo cristão da história da América do Norte, um dos grandes Avivalistas da história do Cristianismo, mas sua vida não foi assim tão cheia de "holofotes" quanto de seu marido. 

Sarah não foi uma missionária que fez grandes trabalhos sociais, não foi uma líder de multidões, uma pessoa famosa por grandes feitos públicos ou algo assim. Sua grande missão foi ser Auxiliadora de alguém que viria marcar cada futura geração até os nossos dias. Ela dedicou-se a construir um lar cheio da paz, alegria, conforto e segurança espiritual que seria o ambiente adequado para as profundas reflexões e estudos de seu marido, as quais têm contribuído há séculos para a prática do verdadeiro Cristianismo, de maneira coletiva e pessoal, até hoje; dedicou-se a criar filhos no amor e temor do Senhor, guiando-os ao conhecimento de Cristo e ao desejo de honrá-Lo em todas as coisas; e viveu uma vida pessoal dedicada a honrar ao seu Deus de todas as formas, tendo sido reconhecida como uma mulher com aquele "espírito mando e agradável que é típico das mulheres que professam ser piedosas", por seu cuidado com os outros, amabilidade, gentileza, humildade.

Sarah foi uma mulher simples, comum, que se dedicou a coisas simples, enfrentou grandes lutas, mas com uma coisa que lhe fez diferente e que mudou toda a sua história: cujo desejo era honrar e servir a Deus da melhor maneira que lhe fosse possível. Nas pequenas coisas. No demonstrar a grandeza de Deus em cada gesto de júbilo, cuidado, amor, em cada palavra e pensamento.

Como a história de Sarah Edwards despertou meu coração e renovou em mim a compreensão do que importa na vida e de como devo viver - e também o desejo de viver assim. Ainda falarei mais sobre ela, com certeza. Mas, de início, sua história, como a de Jonathan Edwards, me fez parar e ver que essas pessoas, que hoje tendemos a enxergar como "heróis", são simplesmente pessoas - gente, como a gente. Mas gente que decidiu confiar suas vidas a Deus e viver por Ele e para Ele.

É esse o desejo que se renova em meu coração nesse dia. Ter essa determinação queimando em minha vida: de viver para honrá-Lo, para agradá-Lo, para glorificá-Lo... De aprender a amar mais e mais e mais a Cristo e ter esse anseio por Ele pulsando em cada dia da minha vida! E viver isso nas pequenas coisas: nos pensamentos, nas palavras, gestos, olhares, sorrisos, reações, motivações, naquilo que as pessoas vêem em mim onde quer que eu esteja, no domínio das minhas vontades, das minhas condições físicas e emocionais, de cada um dos meus passos.

É um desafio, grande. Mas é o desafio que quero viver. Ser apenas gente, mas totalmente rendida e dependente deste DEUS MARAVILHOSO!

Que Ele me ajude a honrá-Lo mais a cada dia.

sábado, 5 de novembro de 2011

"Eu oro por ti" - Dia 5 e 6: Maturidade Econômica


Dia 5 de Novembro

MATURIDADE ECONÔMICA suficiente para manter-se num emprego e lidar com o dinheiro

Os publicitários e os empresários sabem a que alvo devem direccionar as suas mensagens - diretamente aos rapazes e adolescentes. Esse segmento específico da população é atraído por bens materiais, entretenimento popular, eventos desportivos e outras opções de consumo. O retrato da masculinidade juvenil tornado popular nos meios de comunicação e apresentado como normal por meio de entretenimento é caracterizado por imprudência econômica, egoísmo e lazer.

Um verdadeiro homem sabe como segurar um emprego, lidar responsavelmente com o dinheiro e atender às necessidades da sua esposa e da sua família. Não desenvolver maturidade econômica significa que os rapazes frequentemente pulam de um emprego a outro e levam anos para "se acharem" em termos de carreira e vocação. Novamente, a adolescência prolongada caracteriza grandes segmentos da população de rapazes nos nossos dias. Um homem verdadeiro sabe como ganhar, administrar e respeitar o dinheiro. Um rapaz crente entende o perigo que existe no amor ao dinheiro e cumpre as suas responsabilidades como um servo cristão."
["As Marcas da Masculinidade", Editora Fiel, Albert Mohler]


Tópicos de oração:

- Conhecer e ter sucesso na sua carreira e vocação;
- Inteligência para segurar um emprego;
- Gerir responsavelmente o dinheiro.



Dia 6 de Novembro:

Tópicos de Oração

Todos os respectivos aos três temas anteriores:
- Maturidade espiritual (Dia 1 e 2)
- Maturidade pessoal (Dia 3 e 4)
- Maturidade econômica (Dia 5)

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

"Eu oro por ti" - Dias 3 e 4: Maturidade pessoal


Dia 3 e 4 de Novembro

MATURIDADE PESSOAL suficiente para ser um marido e pai responsável

A verdadeira masculinidade não é uma questão de exibir características supostamente masculinas destituídas do contexto de responsabilidade. Na Bíblia, um homem é chamado a cumprir o seu papel de marido e pai. A menos que ele tenha o dom de celibato para o serviço do evangelho, o rapaz cristão deve almejar o casamento e a paternidade. Essa é, com certeza, uma afirmação contrária à nossa cultura, mas o papel de marido e pai é essencial à masculinidade. O casamento é incomparável nos seus efeitos sobre o homem, visto que canaliza as suas energias e direcciona as suas responsabilidades à consagrada aliança do casamento e à educação amorosa da família. Os rapazes cristãos devem aspirar ser aquele tipo de homem com o qual uma moça cristã se casaria alegremente, a quem os filhos obedeceriam, confiariam e respeitariam

("As Marcas da Masculinidade", Editora Fiel, Albert Mohler)


Tópicos de oração:

- Cumprir o seu papel de marido de uma forma exemplar;
- Cumprir o seu papel de pai de um modo exemplar.
- Podes acrescentar mais tópicos de oração alusivos ao tema.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

1ª Semana da Campanha "Eu Oro Por Ti" =D

Repassando a postagem do Retrato Beleza Feminina, dando início à campanha de oração por nossos futuros esposos! ^^ Deus abençoe GRANDEMENTE esse tempo! Vamos lá! ;D

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Hello amigas e irmãs!

Hoje iniciamos a campanha de oração a favor das diversas áreas nos nossos maridos/futuros maridos. Que este tempo de oração, seja também um tempo acompanhado por jejum e que traga os seus frutos visíveis nas vidas daqueles pelos quais oramos! Tenho a certeza que sim e estou entusiasmadissima para começar!! Então peguem num caderno novo e não deixem de apontar os textos alusivos aos temas da campanha e tudo aquilo que Deus falar convosco ou que queiram registar. Beijinhos :)


- Dia 1 e 2 de Novembro

MATURIDADE ESPIRITUAL suficiente para liderar uma esposa e filhos

A Bíblia é clara a respeito da responsabilidade do homem em exercer maturidade e liderança espiritual. De facto, essa maturidade espiritual demanda tempo para ser desenvolvida, bem como é um dom do Espírito Santo agindo na alma do crente. As disciplinas da vida cristã, incluindo a oração e o estudo bíblico sério, estão entre os meios que Deus usa para moldar um rapaz num homem e trazer maturidade espiritual à vida de alguém que tem a responsabilidade de guiar uma esposa e uma família. Esta liderança é central à visão sobre o casamento e à família.

A liderança espiritual de um homem não é uma questão de poder ditatorial, e sim uma liderança espiritual, firme e confiável. Um homem tem de estar pronto para liderar a sua esposa e filhos de um modo que honre a Deus, demonstra piedade, inculque o carácter cristão e leve a sua família a desejar a Cristo e a buscar a glória de Deus. A maturidade espiritual é uma marca da verdadeira masculinidade cristã; um homem espiritualmente imaturo é, pelo menos neste sentido crucial, apenas um rapaz no aspecto espiritual - -

("AS MARCAS DA MASCULINIDADE", Editora Fiel, Albert Mohler.)


Tópicos de oração:

- Disciplina na oração;
- Disciplina no estudo bíblico;
- Capacidade para liderar amorosa e eficazmente a sua família (mulher e filhos).

(poderás acrescentar mais tópicos alusivos ao tema)

- - - RBF - - -

Ao longo da campanha, oremos também pelos demais rapazes da nossa geração, para que eles alcancem o seu potencial como homens afim de manifestarem o brilho de Cristo!

Bem meninas por agora é só! Excelentes orações \o/

sexta-feira, 4 de março de 2011

Valorizem-se, Mulheres!!!

Sei que já falamos muito, de diversas maneiras, aqui no blog, sobre a importância do resgate da verdadeira feminilidade e da imagem de uma Mulher Virtuosa, ou de uma Filha e serva de Deus. Afinal, esse é o tema central do blog, não é? No entanto, quando nós, enquanto mulheres, tratamos desse assunto, é uma coisa. Falamos daquilo que vemos, da forma como lidamos com as coisas a partir de nossa natureza feminina.

Por isso que fico maravilhada quando vejo algum RAPAZ falando sobre isso, colocando suas opiniões e chamando nós, mulheres, a repensarmos nossas posturas enquanto seres femininos que Deus criou!

Rapazes, nós realmente precisamos muito que vocês falem sobre isso! As mulheres e moças desta geração precisam ouví-los falar sobre como vocês têm visto a influência dos ideais feministas sobre elas (nós), e sobre o que vocês entendem como a essência da mulher de Deus - segundo a Bíblia!

É por este motivo que vou publicar hoje as palavras (o desabafo) do Pedro Pamplona.

Que nós, mulheres, redescubramos, dia após dia, a imagem que DEUS tem de nós e para nós. E que os rapazes nos ajudem mais, dia após dia, a fazê-lo.

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"Algo tem me entristecido quando olho para as jovens de hoje. Não sei explicar direito, talvez por ser homem, mas tentarei me expressar em alguns parágrafos. É como se as mulheres estivessem perdendo seu valor para elas mesmas. Aquele ideal de mulher criada por Deus está se perdendo. O pior de tudo como sempre, é ver isso acontecendo dentro da Igreja. Mulheres que não se valorizam como Deus as valoriza. Que não conseguem compreender o que é ser realmente mulher, muito menos mulher de Deus.

Se eu pudesse gritar uma palavra para todas as mulheres, cristãs ou não, seria essa: Valorizem-se! Deus criou a mulher para ser mulher, e não para ser parecida com o homem. Esse é o principal problema que vejo hoje. Essa idéia de feminismo é tão contraditória que a palavra dá a entender que são mulheres lutando para serem reconhecidas pela feminilidade, mas pelo contrário, são mulheres lutando para serem parecidas com o homem. O verdadeiro feminismo é aquele que valoriza a mulher como ela é! Do jeito que Deus a criou. Tentar ser igual aos homens é um atestado da desvalorização do ser mulher. Não estou dizendo que são inferiores ou nada parecido, mas mulheres têm papéis diferentes, características e necessidades diferentes. A mulher precisa do homem como homem e o homem precisa da mulher como mulher. Ser mulher tem um valor especial, é um privilégio dado por Deus. Ele sabia que nós homens precisaríamos de vocês do jeito que vocês são.

Essa vontade de ser masculina reflete principalmente nos relacionamentos. A mulher se desvaloriza quando corre atrás de homens. Algumas porque já estão ficando velhas e solteiras, outras por serem carentes (de Deus) e outras por simplesmente acharem que seu valor está em ter um companheiro. A questão é, as mulheres estão indo atrás dos homens, se atirando para qualquer um. Aceitando qualquer proposta, decente ou indecente. Isso não é bíblico. Na palavra de Deus sempre são os homens que começam os relacionamentos e até a relação sexual. Mulheres são valiosas demais para estarem se entregando tão facilmente aos homens. Nós que temos que correr atrás de vocês. Conquistá-las! E não se esqueçam, sejam seletivas. Baseadas na palavra!

Sendo mais específico agora, principalmente para as cristãs. Percebo que as mulheres querem demonstrar seu valor quase sempre com aparências externas. São horas em lojas e salões de beleza. Apenas minutos em oração e leitura da palavra. A sensualidade é muito usada para isso. A maneira como se vestem, usam maquiagem, andam, dançam e falam, tudo isso para expressar algum valor. Essas coisas não valem nada! A única coisa que a sensualidade diz é exatamente que você não se valoriza como mulher. E aqui vai um aviso para os homens: Corram das mulheres sensuais, pois se elas não são capazes de se valorizar, também não nos valorizarão da maneira certa.

A Bíblia nos diz claramente em Provérbios 31:30 que a beleza e a formosura são passageiras, mas a mulher que teme ao senhor será elogiada. Mulheres têm seu mais alto valor quando temem a Deus em total adoração e reverência a sua glória. Quando guardam seu precioso coração (Provébios 4:23) em santidade. O valor de uma mulher é tão grande que não pode ser percebido pelo olho humano. Está por dentro, naquilo que o Espírito Santo opera dentro delas.

Pensem nisso mulheres."

[by Pedro Pamplona, lido em Princesa da Pureza]
 

sexta-feira, 18 de junho de 2010

A Mulher e Seu Papel na Liderança do Homem


*imagem do livro "Conte Comigo" de Wanda de Assumpção - super indicação!


Quanto tempo que não escrevo por aqui, não é mesmo? Infelizmente! Como sinto falta de poder estar compartilhando das coisas de Deus com os amigos e irmãos em Cristo que por aqui passam. Mas o tempo tem estado meio corrido e, infelizmente mesmo, não tenho conseguido fazê-lo com a freqüência que gostaria.

Mas, nessa manhã, acordei com este tema em mente. “Mulher e a Liderança do Homem”. Eu não estava estudando nada direcionado a isso na noite anterior ou mesmo ontem durante o dia. Não sei por que acordei pensando nisso, mas, já que há muito tempo não tenho tido um direcionamento ou chamado específico de Deus para escrever algo, achei melhor seguir este e vir escrever.

Sei que esse é um tema que temos abordado muito aqui no blog ultimamente. Pode parecer até meio forçado, meio querer impor essa idéia de submissão da mulher à liderança do homem, porque, basicamente, é sobre isso que a maioria dos últimos posts tem tratado, seja na relação entre homem e mulher no lar e família, seja na igreja. Mas, com toda sinceridade, acho que no entendimento completo e verdadeiro dessa relação está baseado a maior parte de nossos chamados enquanto mulheres – e também do chamado dos homens.

O estabelecimento do chamado de homem e mulher, na Bíblia, acontece no próprio Gênesis, na criação de homem e mulher. Primeiro Deus cria o homem e dá a ele a responsabilidade de cultivar e guardar o jardim do Éden. Deus coloca todo o jardim sob a guarda de Adão, e cada animal que foi criado lhe é submetido para receber o seu devido nome. E, só então, após observar o árduo trabalho ao qual Adão havia sido chamado, Deus declara que não havia para o homem uma auxiliadora que lhe fosse idônea, e que não é bom que o homem esteja só. E lá surgimos nós na história! Fomos criadas para sermos essas auxiliadoras. E, aqui mesmo, nossos papéis enquanto homens e mulheres são definidos.

“Tomou, pois, o SENHOR Deus ao homem e o colocou no jardim do Éden para o cultivar e o guardar. [...] Disse mais o SENHOR Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma auxiliadora que lhe seja idônea.
Havendo, pois, o SENHOR Deus formado da terra todos os animais do campo e todas as aves dos céus, trouxe-os ao homem, para ver como este lhes chamaria; e o nome que o homem desse a todos os seres viventes, esse seria o nome deles. Deu nome o homem a todos os animais domésticos, às aves dos céus e a todos os animais selváticos; para o homem, todavia, não se achava uma auxiliadora que lhe fosse idônea.
Então, o SENHOR Deus fez cair pesado sono sobre o homem, e este adormeceu; tomou uma de suas costelas e fechou o lugar com carne. E a costela que o SENHOR Deus tomara do homem, transformou-a numa mulher e lha trouxe.” (Gênesis 2:15-22)

Por tudo o que já conversamos, discutimos, compartilhamos sobre o papel de submissão da mulher e de liderança do homem dentro do casamento e da família, tenho percebido que já existe uma certa abertura de muitas moças a esse respeito. Tenho tido a alegria de conhecer mulheres de Deus que tem dito Sim a esse chamado para serem submissas a seus esposos, e tem até mesmo se regozijado nisso. Agradeço muito a Deus por estar nos ensinando isso. Mas também acho que ainda há muito mais para aprendermos.

Nesse âmbito do lar, a liderança masculina deve abranger os mais diversos aspectos. John Piper, numa pregação na 10ª edição da Conferência para Pastores e Líderes da Editora Fiel, em ............, fez uma abordagem incrível sobre essa temática ¹. Falando sobre o papel de cabeça do homem, ele citava algumas responsabilidades do homem como liderar a vida espiritual da família, tomar a iniciativa de realizar as devocionais em família, reunir todos para isso, dividir tarefas, estar atento e certo da direção da educação integral dos filhos, entre outras coisas.

E, aí, nestas responsabilidades esperadas do homem dentro da família, como o líder, eu gostaria de parar um pouco mais.

Nós sabemos que Deus tem chamado os homens para serem os líderes das famílias. No entanto, nenhum homem já nasce indo para um casamento. O tempo para assumir esse papel de líder dentro de um lar chega após anos e anos, 20 e poucos anos de vida. E estes 20 e poucos anos de vida que antecedem o assumir de sua liderança marital e paternal são anos essenciais para o correto desempenhar dessas funções. São os anos de treinamento. E, durante esse tempo, onde estão esses homens? Eles estão NAS IGREJAS. Estão nos seus lares também? Sim. Serão treinados lá também? Sim, é claro. Mas lá, dentro dos lares, já deve haver um líder – o seu pai. O papel de liderar a família não é do filho, mas do pai, e isso limita um pouco o treinamento de liderança prática dentro do lar. Mas nós temos a Igreja. E eu acredito que este deve (ou deveria) ser o ambiente principal para que essa liderança masculina fosse estimulada e direcionada.

Lendo livros que tratam sobre casamento, ouvindo mensagens sobre esse assunto, pude perceber que existe uma queixa feminina que se repete consecutivamente: “Meu marido não toma a iniciativa em nossa vida espiritual!”. Como esse comentário frustrado é comum. E, então, vemos mulheres fazendo de tudo para fazer que seus maridos se tornem “mais espirituais”, na esperança de que eles tomem a iniciativa de orar, de ler a Bíblia com elas, de fazer um momento devocional no lar. Normalmente, são as mulheres que estão fazendo isso nas famílias atuais. E chega um momento em que isso as frustra, porque elas esperavam que seus esposos fizessem isso. Porque essa não é a função designada primariamente a elas, mas aos homens, que deveriam ser os líderes.

No entanto, para descobrir o motivo disso estar acontecendo nas famílias de nossos tempos, não precisamos ir muito longe. Basta irmos às nossas igrejas. E veremos esse quadro se repetindo. Lá, onde a liderança masculina deveria ser incentivada, desenvolvida e fortalecida, onde eles deveriam estar sendo treinados, enquanto solteiros, para o papel que deveriam assumir dentro de suas famílias no futuro, o que vemos? As mulheres à frente da maioria das coisas! Eu tenho visto isso acontecer com muita freqüência, e com muita tristeza, nas igrejas ao meu redor. Quão imaturos são os rapazes, adolescentes e jovens, geralmente tão despreparados, quando não são extremamente tímidos e acanhados, com medo de ir à frente e dar uma palavra forte a respeito da Bíblia, assumindo cargos com irresponsabilidade e irreverência. Enquanto isso, olhamos as moças e lá estão elas: como parecem espirituais, sérias, empenhadas, sempre tem uma boa palavra, gostam de falar, de se expressar, de estar ativas...

Eu costumo dizer que nós, mulheres, gostamos de aparecer! Digo pros rapazes: não nos dêem corda senão a gente coloca vocês no banco! rsrs... Mas, ainda que brincando, isso é um pouco verdade. Enquanto existe uma forte tendência em nós, mulheres, de querermos assumir a liderança, resolver os problemas, enquanto somos tão disponíveis a trabalhar na igreja, receber responsabilidades, existe uma forte tendência nos homens de se acomodar, de se fechar e viver mais interiorizado, ao invés de viver responsabilidades coletivas. Quem nunca ouviu as célebres frases femininas: “Ele não se abre comigo!”, “Ele parece não se importar!”, “Ele nunca decide nada!”, “Eu sempre tenho que tomar a iniciativa!”, e etc. É claro que existem exceções e, na verdade, ambas as coisas são falhas que precisam ser corrigidas. Acredito mesmo que essa seja a razão porque Deus determinou a liderança como papel do homem e a submissão como o papel da mulher – para nos tirar de nossas tendências naturais e nos fazer ir além no desenvolvimento de nossos potenciais e dos potenciais do outro.

Assim, se nós, mulheres, esperamos que nossos maridos sejam os líderes que eles foram chamados a ser dentro de nossas famílias, precisamos nos perguntar de que forma temos contribuído pra isso HOJE. E minha opinião é que a forma de contribuirmos com isso hoje, ainda sem conhecer nossos futuros cônjuges, é ajudar nossos irmãos em Cristo, dentro de nossas igrejas, a desenvolverem suas capacidades de liderança. Nós, enquanto mulheres, deveríamos ansiar por ver os homens de nossas igrejas se tornando líderes cada vez melhores, tomando a frente, tendo as iniciativas, coordenando os trabalhos, tomando decisões, sendo ousados na pregação da Palavra, ou seja, saindo do ócio e da passividade – quando não, da imaturidade. Isso não quer dizer que devemos deixar de fazer tudo! Também existe um chamado para nós: sermos as auxiliadoras. Então, auxiliemos, o quanto pudermos, os trabalhos de nossos líderes, ajudemos nossos irmãos a chegarem ao máximo de seu potencial, trabalhemos junto com eles... e isso quer dizer: dar a prioridade a eles.

Sei que isso pode (e provavelmente vai) fazer surgir comentários ofendidos de algumas mulheres, mas ainda assim, vou falar. Já se tornou tão comum vermos sempre mulheres liderando o louvor nas igrejas evangélicas (pelo menos aqui no Brasil), que essa era uma coisa que eu praticamente nem notava (como a maioria, eu imagino). No entanto, há pouco tempo, tenho tido a oportunidade de conhecer algumas igrejas onde o louvor é liderado por rapazes. Aqui bem pertinho da minha casa tem uma igreja assim. E, de verdade, eu fiquei encantada e tão feliz ao ver aquilo. Não sei, mas é diferente! É tão bonito ver homens, que geralmente são tão fechados e com mais tendência à timidez, à frente de toda a igreja, dirigindo um momento tão íntimo como o louvor, com autoridade, com Bíblia, com fé! Eu tenho tido muita dificuldade com os “louvores” das igrejas em geral, mas nessa igreja é diferente. Não somente porque são rapazes dirigindo, porque também existem duas moças que cantam, mas elas estão lá nitidamente como “auxiliadoras” mesmo, mas porque é realmente diferente. E eu anseio ver isso acontecendo com mais freqüência. Até mesmo porque as mulheres tendem a ser um pouco “sentimentalistas” demais, apelando mais pro emocional, e isso não me agrada muito. Os homens, por alguma característica pessoal do gênero, tendem a ser mais sérios e centrados, e esse equilíbrio eu sinto faltar muito nos “louvores modernos”.

Existem muitas e muitas e muitas outras áreas dentro das igrejas nas quais vemos as mulheres liderando, as quais eu acredito mesmo que os rapazes deveriam ser estimulados e treinados a liderar: ministério de jovens e adolescentes, oração, grupos pequenos, ministração da Palavra, etc. Ainda tenho esperanças de ver isso acontecendo. Não com pesar da parte das mulheres, mas com alegria em saber que estão ajudando a treinar os futuros esposos e líderes de famílias que a Igreja de Cristo tanto precisa.

Finalizo com uma de minhas frases favoritas de Wanda de Assumpção, essa incrível autora que tem me ensinado muitíssimo a respeito de meu chamado enquanto mulher:

“Ao redescobrir e aceitar a profundidade, abrangência e transcendência do seu papel de ajudadora, a mulher se liberta e realiza. Ela vê oportunidade em lugar de obrigação. Deixa de competir para complementar. Ser mulher é um privilégio e uma nobre missão.”


Que a Graça e a Paz do Senhor estejam sempre conosco!

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*¹ Ministrações de John Piper na Conferência Fiel disponíveis para compra ou download em: http://www.editorafiel.com.br/videoteca_data.php  

sábado, 29 de maio de 2010

As Mulheres (Anônimas) da História da Igreja



Incrível como várias coisas, durante essa semana, acabaram me direcionando e ministrando na minha vida a respeito desse assunto.

Nesses últimos dias, voltei a ler um livro que trata da história da Igreja e da Reforma Protestante. Na verdade, já há algum tempo venho lendo, ouvindo mensagens e buscando aprender sobre as coisas que Deus tem feito no decorrer da história da igreja Cristã, através da Reforma, dos Avivamentos, e através de grandes homens de Deus e pregadores defensores da fé. Tem sido algo maravilhoso. Viver uma fé sobre a qual conhecemos a história, as lutas em sua defesa, os preços que foram e têm sido pagos, os altos padrões de vida cristã é algo essencial, uma fonte enorme de crescimento quando direcionada pelo Espírito Santo.

E, nesses dias, voltei a ler sobre os reformadores. Estive lendo sobre a vida de Lutero, Zuínglio e Calvino, em especial, e o preço que esses homens pagaram pra que vivêssemos, hoje, a fé cristã como vivemos. E, entre muitas e muitas coisas, fiquei pensando como é possível que uma pessoa se disponha a fazer o que eles fizeram. Eles eram homens que viviam em épocas totalmente fechadas a críticas, onde a igreja católica romana e o poder papal controlavam tudo, não apenas a vida religiosa, mas também estavam intimamente relacionadas aos poderes políticos, imperiais, sociais. Mas, mesmo assim, estes homens se levantaram contra o maior poder de sua época e o combateram. Lutaram pela Verdade da Palavra em detrimento de suas próprias vidas. Deram tudo que tinham. E eu fiquei pensando de onde vinha toda essa coragem.

E, então, me lembrei de cada pessoa usada por Deus para escrever a história da Sua Igreja no mundo. Os Profetas, Jesus, os Discípulos e Apóstolos, os Mártires, os primeiros Missionários e Evangelistas, os Avivalistas... tudo o que vivemos hoje em nossas igrejas cristãs, devemos a eles (em Deus) e seus sacrifícios.

No entanto, vocês já pararam pra observar e pensar como que essas pessoas que têm escrito a história da Igreja, desde o princípio, foram HOMENS? Noé, Abraão, Moisés, Davi, Isaias, Jeremias, Daniel, Jesus, Paulo, Pedro, João, Lutero, Zuinglio, Agostinho, Jonathan Edwards, John Wesley, e lá vamos nós...

E, de repente, durante minhas meditações sobre as vidas destes homens tão poderosamente usados por Deus para MUDAR A HISTÓRIA DO MUNDO, eu parei. Parei mesmo, e uma única questão explodiu no meu coração:

“Onde estavam as mulheres de Deus durante todo esse tempo?”

E comecei a pensar sobre isso. Pensei na Bíblia. Quão pouco se fala sobre as mulheres piedosas e cristãs da igreja primitiva na Bíblia, especialmente após a morte e ressurreição de Jesus. Onde estava Maria, a mãe de Jesus, onde estava Maria Madalena, Marta e sua irmã Maria, a mulher Samaritana e todas as mulheres que seguiam Jesus? O que houve com elas? O que elas estavam fazendo? Havia tanta coisa acontecendo naquele momento da história da Igreja e nós, simplesmente, não mais ouvimos falar sobre estas, sem dúvida, tão grandes mulheres...

Depois parei e pensei num fato alarmante (pra mim, pra essa reflexão): grande parte, pra não dizer a maioria, destes homens que construíram a história de Deus no mundo era CASADA! Eles eram homens CASADOS! Noé foi casado, Moisés foi casado, Davi foi casado, Pedro foi casado, João foi casado, Lutero, Zuinglio, Calvino, J. Edwards foram casados! E, então, mais uma vez, e de forma ainda mais intensa, meu coração gritou perguntando: “Onde estavam essas mulheres, Senhor?!”

Pare e pense: nós sequer sabemos o NOME da esposa de Noé, de Pedro, de João ou dos demais Apóstolos! Não sabemos quem foram suas MÃES. Dentre todas as mulheres de Deus que houve na história, de quantas nós sabemos os nomes? E, dentre essas cujos nomes são citados, de quantas nós conhecemos as histórias? Se a Bíblia nos fala de um ou outro acontecimento de suas vidas, com algumas poucas exceções, é muito. Até mesmo Maria, a mulher escolhida por Deus para ser a MÃE DO SALVADOR, quão poucas vezes ela é mencionada, ou sua vida cotidiana, ou sua colaboração para a difusão do Evangelho, após, e mesmo durante, a vida ministerial de seu Filho! Nós nem sabemos o que houve com ela depois que Jesus morreu, com raríssimas informações... e quantas outras mães, esposas, auxiliadoras que nunca chegaremos a conhecer? Quantas outras mulheres virtuosas, piedosas e verdadeiramente cristãs...

Eu olhei, e olho, pras vidas destes homens que ficaram tão conhecidos por participarem da Reforma, de novos conceitos e entendimentos para a Fé Cristã, de grandes Avivamentos mundiais, e fico pensando em como esses homens podem ter casado! Que mulheres eram essas?! Eu nem consigo imaginar a grandeza destas mulheres e quanto suas vidas deveriam ser devotadas a Deus! Mas ninguém sabe seus nomes. A maioria de nós nem sabemos que elas existiram nas vidas desses homens. Enquanto seus maridos estavam lá fora revolucionando o mundo... onde estavam essas mulheres?

E eu simplesmente parei. Porque eu sabia onde elas estavam. Meu coração sabia disso. Elas estavam no ANONIMATO, nos “bastidores”, “por trás das cortinas”, lá onde ninguém as podia ver... e era lá que elas estavam lutando pelo Reino! Talvez elas soubessem, ou não, que, um dia, os nomes de seus maridos seriam mundialmente reconhecidos, de geração a geração, mas que seus nomes comumente sequer seriam mencionados. Mas elas estavam lá. Ninguém falou das dores que elas sentiam ao ver seus maridos, ou seus filhos, sendo perseguidos, maltratados, injustiçados e assassinados por defender o Evangelho. Ninguém falou da batalha que elas precisavam lutar todos os dias pra criar seus filhos, pra apoiar seus maridos em suas lutas, pra ser o conforto, o refúgio no meio da guerra. Ninguém falou dos momentos de solidão que elas viveram, do quanto elas sentiram falta da presença ou do afeto de seus esposos, do quanto elas ficaram sós. Mas... elas estavam lá. E essas eram apenas algumas de suas lutas. Seus maridos e filhos estavam lá fora, lutando. E elas estavam lá dentro, mas também lutando.

Li, hoje, pela primeira vez, um texto de Noel Piper, a esposa de John Piper, um dos maiores pregadores cristãos de nosso século. Que grande e admirável homem! Mas quantos dos cristãos que conhecem tão bem os textos de John Piper nunca conheceram a vida de Noel? ... Penso na vida de Liza Fromholz, a esposa do Jeff Fromholz, um grande e admirável homem de Deus no Brasil... quão pouco Liza aparece! Não ouvimos falar sobre ela, não a ouvimos pregar ou escrever grandes reflexões, não vemos suas fotos ou comentários sobre qualquer coisa... E como eu admiro essas mulheres!

E eu fico pensando em quanta sabedoria eu mesma preciso receber de Deus pra aprender a ser assim. Quantas vezes, ao ler todas essas histórias, eu sinto um desejo tão grande de ser como esses HOMENS – quero ir pra frente de batalha, empunhar a espada e lutar ardentemente! Eu quero fazer parte desses “heróis” cujos nomes todo mundo conhece, cujas ações todos estarão vendo e sobre os quais todos se lembrarão! Mas... e se Deus me chamar para ser uma dessas mulheres ANÔNIMAS? Será que eu aceito? Será mesmo que eu quero? Será que, se o chamado de Deus pra mim for este, eu aceito de coração nunca ser reconhecida por ninguém, nunca ter o meu nome lembrado e ser, aos olhos do mundo, apenas uma “sombra do meu esposo”?

Isso não é romântico, não é lindo e maravilhoso como nossos sonhos femininos de esposas super amadas e valorizadas e vistas em todos os aspectos. Mas é real. Houve, na Bíblia, UMA Sara, UMA Raquel, UMA Rebeca, UMA Ester, UMA Rute, UMA Débora. Mas quantas centenas e milhares de grandes mulheres cujas histórias nós jamais conheceremos? Sem dúvida, foram GRANDES mulheres! Mulheres que suportaram toda a dor de ver seus maridos morrendo por amor ao Evangelho de Cristo. As “Mulheres dos Heróis”. Mas elas estavam lá. E não é diferente hoje...

Portanto, eu pergunto a mim mesma, e pergunto a cada uma das Mulheres Virtuosas que o Senhor tem levantado nessa geração: estamos dispostas a sermos as Mulheres ANÔNIMAS da História da Igreja?

Eu quero muito, em Cristo e Sua soberana Graça, aprender com estas mulheres que nunca conheci. Aprender a regozijar-me no silêncio, na sombra, no anonimato, onde ninguém me vê. Aprender a deixar a honra ao herói que o Senhor escolher para que eu apóie e ajude, assim como a Igreja deve deixar toda a honra para Cristo. Mas sei que isso não é fácil. Não, nem um pouco! Não é utópico e romântico como eu costumo imaginar... mas é, sim, sem dúvida, lindo, como foi linda a atitude de Jesus em lavar os pés de seus discípulos e, assim, nos ensinar a servir e não a sermos servidos.

Buscando aprender...

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Pedalando juntos numa bicicleta para dois...


Palavras sábias para mulheres - Parte 3 - Pedalando Juntos numa Bicicleta para Dois (1)

As palavras sábias de hoje são da Noel Piper(2) e são endereçadas particularmente a mulheres casadas, mas não exclusivamente. Como eu disse a uma amiga outro dia: “Gostaria que alguém tivesse compartilhado comigo estas coisas quando eu era solteira e estava pensando sobre casamento.”

Noel descreve suas reflexões como "lições aleatórias". Elas são intelectualmente instigantes e cheias de sabedoria à medida que buscamos viajar na “bicicleta para dois” do matrimônio.

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John & Noel numa bicicleta para dois (3)

 
"Protetor solar, capacetes afivelados, pedais em sincronia e nós estávamos a caminho. Depois de alguns minutos, Johnny chamou por cima do ombro, "Você está indo muito bem para sua primeira vez em uma bicicleta para dois." Sem nem pensar eu respondi: "Eu acho que todos estes anos de casamento foram um bom treinamento."

 
Aqui estão algumas lições casuais que eu aprendi na semana passada enquanto pedalava pela trilha do Cannon Valley com meu marido em uma bicicleta feita para dois:

 
• Se eu jogasse meu peso pra todo lado, nós cambaleávamos e saíamos da trilha.

 
• O enjôo inicial aliviou quando eu deixei de resistir e deixei Johnny inclinar a bicicleta nas curvas e voltas do caminho.

 
• Freqüentemente eu sentia como se realmente não estivesse ajudando muito. Mas eu tinha que fazer minha parte, porque se eu erguesse meus pés, Johnny sentia e perguntava: “Você ainda está aí?"


• Meu instinto era pedalar mais forte pra ter certeza de que estava contribuindo com a minha parte do esforço. Mas quando eu fazia isso, Johnny dizia: "Mais devagar. Não me empurre tão rápido."

 
• Olhando sobre os ombros dele, eu podia ver muito do que ele via, mas não o que estava imediatamente à nossa frente. Era bom que ele fosse a pessoa dirigindo, freando e trocando as marchas. Por outro lado, eu estava mais livre para olhar em volta e mostrar as placas que marcavam as distâncias e as tartarugas tomando banho de sol num tronco.


• Eu não podia frear ou guiar, mas eu tinha o poder para parar a bicicleta e arruinar o passeio. Se eu ficasse parada nos pedais e me recusasse a movê-los, ele não podia fazê-los girar.

 
• Eu amava quando estávamos em solo plano e usando uma marcha fixa e um pedalar lento e firme que nos empurrava adiante. Mas eu precisava de um aviso quando Johnny tomava um rumo que requeria pedaladas rápidas. Quando eu era pega de surpresa, meus pés soltavam dos pedais e era difícil colocá-los de volta no lugar sem complicar a subida numa colina íngreme.

 
• Quando percebia que estava agarrando o guidão, eu tinha que me lembrar: "Largue isso! Você sempre quis pedalar com 'nenhuma mão'. Agora você pode!"

 
• Quando eu estava pronta para voltar, Johnny estava querendo ir mais uma milha. Quando eu estava pronta para parar com tranqüilidade, ele dizia: ”Vamos ver se conseguimos bater o nosso recorde." Com este tipo de incentivo, eu faço o que nunca teria feito se estivesse sozinha.

 
• Perto do fim, quando vi mais uma colina e abri minha boca para dizer, "Deixe-me descer. Eu subo à pé." Então eu percebi como nós pareceríamos tolos: eu lenta e sozinha e ele tentando pedalar por dois. Portanto, me calei e continuei pedalando.

 
• E descobri que quando pedalamos juntos, declives impossíveis tornam-se possíveis.

 
Talvez o compositor do século 19 fosse mais sábio do que imaginava quando criou a proposta de casamento que dizia, "Você parecerá doce no assento de uma bicicleta feita para dois.”(4) Me faz pensar no que Paulo escreveu em Efésios 5:22-24:

 
"As mulheres sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor; porque o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja, sendo este mesmo o salvador do corpo. Como, porém, a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo submissas ao seu marido."

 
Palavras como estas em nosso mundo de hoje são consideradas tudo menos sábias; mais como tolas. Por que motivo nós iríamos querer nos submeter a qualquer um, muito menos a nossos maridos? 'Submissão' é quase uma 'palavra obscena'. Significa que uma pessoa tem menos valor que a outra, é inferior. Ainda assim, quando fechamos nossos ouvidos ao que o mundo nos diz e abrimos nossos olhos e lemos a palavra de Deus, o conceito de submissão na providência de Deus está longe de negativo.


A palavra de Deus nos instrui em Gênesis 1:26 que Deus fez macho e fêmea à sua própria imagem. Então, homens e mulheres desfrutam igualmente de humanidade, dignidade e valor. Com respeito à nossa posição diante de Deus não há nenhum traço de superioridade ou inferioridade.

 
Isto não quer dizer que homens e mulheres são exatamente iguais. Uma das maneiras em que Deus concebeu as mulheres é para refletirem aquela igualdade de humanidade de um modo diferente dos homens. Deus nos fez para sermos "auxiliadoras idôneas" (Gênesis 2:20) e os homens para assumirem um papel de liderança. Quando homens e mulheres se levantam e assumem sua verdadeira masculinidade e feminilidade, como planejada por Deus, "eles estarão verdadeiramente satisfeitos e a sabedoria de Deus na criação será plenamente revelada e exaltada." (John Piper)


Quando o mundo nos diz que igualdade não pode ser sustentada com uma ordem de liderança e submissão, nós temos que considerar novamente não só o que a palavra de Deus diz, mas como o Pai, o Filho e o Espírito Santo refletem esta verdade perfeitamente. Bruce Ware escreve:

 
"A estrutura de autoridade e obediência não somente é estabelecida por Deus, mas, mais do que isso, existe na própria vida trinitária interna de Deus, como o Pai estabelece sua vontade e o Filho alegremente obedece. Por isso, nós não deveríamos menosprezar, mas deveríamos abraçar linhas de autoridade e obediência apropriadas. No lar, na comunidade dos crentes e na sociedade, linhas legítimas de autoridade são boas, sábias e lindas reflexões da realidade que é o próprio Deus... nós precisamos enxergar não só a autoridade, mas também a submissão como divinas."


Isto não é refletido somente na vida de Deus; o próprio Cristo nos dá exemplos de como são a verdadeira liderança e submissão. Jesus Cristo nos mostra o jeito certo de liderar e o modo correto de submeter-se.

 
Assim, a Bíblia nos instrui claramente de três maneiras. Aqui eu estou resumindo do livro de Wayne Grudem, Evangelical Feminism and Biblical Truth (Feminismo Evangélico e Verdade Bíblica):


1. Corrige os erros de domínio masculino e superioridade masculina que vêm como resultado do pecado.

 
2. Como homens e mulheres, que são iguais aos olhos de Deus, ninguém deveria se sentir orgulhoso ou superior por ser homem, e ninguém deveria se sentir desapontada ou inferior por ser mulher.


3. Quando homens e mulheres não escutam um ao outro com consideração e respeito, não valorizam a sabedoria que pode vir de outra forma e ser expressa diferentemente do outro ou não valorizam os diferentes dons e preferências do outro tanto quanto seus próprios, eles negligenciam o ensino de igualdade na imagem de Deus.

 
Ponderemos estas verdades novamente, levando-as para nossas vidas e casamentos para que possamos refletir o propósito de Deus para nós como os homens e mulheres, aceitando o Seu plano como "muito bom."


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(1) Este é o terceiro de uma série de 7 posts publicados no blog titus2talk todas as quartas feiras no período entre 10/01/07 a 07/03/07

(2) Noel Piper é esposa de John Piper

(3) John & Noel Riding in Tandem

(4) Frase de uma música popular escrita por um compositor inglês (Harry Dacre) no século 19

 

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Mulher Virtuosa - por Paul Washer

Mulher Virtuosa – por Paul Washer

Deixe-me dizer algo antes de começarmos, pois eu tenho falado primariamente sobre rapazes.
Deixe-me dizer algo sobre moças.

Tenho perguntado aos rapazes: “Você é um homem?”
Eu pergunto às moças: “Você é uma mulher?”. Você é uma mulher?

Existe uma grande honra, existe uma enorme honra em se tornar uma mulher virtuosa de Deus. E eu não vou me posicionar a favor do feminismo e de todos os outros canalhas que literalmente tentam... Você sabia que a maioria das mulheres que ensinam essas coisas, as feministas e tudo mais, elas odeiam as mulheres. Elas não amam as mulheres. Elas odeiam as mulheres e querem ser como homens.

A questão é que você nasceu para ser uma mulher, uma mulher de Deus, para ter conforto e alegria e definir a glória na plena manifestação do caráter feminino.

E quando você é despertada para amar, é para firmar a si mesma do lado de sua mãe, firmar a si mesma ao lado de outra mulher de Deus na igreja e descobrir o que significa ser uma mulher. A força disso, a feminilidade disso, a nobreza disso. Tudo sobre ser uma mulher.

Você compreende que por termos permitido que nossas meninas se envolvessem aos 14 ou 13 anos, a idade só continua diminuindo, nós as permitimos que se envolvam em relacionamentos, e o que estamos fazendo? Nós as mantemos distantes de toda ferramenta de aprendizado do caráter feminino!

Poderia ser tão bonito! Não deve ser tão sombrio!

Relacionamento com o sexo oposto é sempre iniciado pelo homem nas Escrituras. Eles são iniciados pelos homens...

Eu tenho visto que mulheres e meninas têm se tornado muito ousadas e descaradas e sem embaraço nessa área. Mas nas Escrituras – não é uma coisa cultural, é algo bíblico – os relacionamentos são sempre iniciados pelos rapazes. Diz: “Por esta razão, deixará o homem seu pai e sua mãe”. Não diz: “Por esta razão, deixará a mulher seu pai e sua mãe”. Mas o homem, não um garoto, um homem deixará seu pai e sua mãe. Além disso, nas Escrituras, toda vez que uma mulher persegue um homem ela é considerada imoral. Toda vez. Toda vez.

Você diz: “Bem isto vai totalmente contra nossa cultura”. Você não esperava isso? Se a nossa cultura odeia Deus e odeia a verdade, você não deveria esperar isso?

E, mulheres, olhem isto, as feministas irão dizer que vocês devem ter esse privilégio. Você percebe? Por que você deveria ter de assumir o papel do homem? Você é a rainha sentada lá no trono. Ele é quem deve vir rastejando até você! Ele é quem deve vir procurar você, achar você! Por que você quer correr pelas ruas fazendo a mesma coisa? Existe uma nobreza nisto!

Mas os inimigos da Escritura irão procurar tomar algo como isto e torcer e convencer você que estão tratando as mulheres como algo de menor qualidade. Não! Estão tratando a mulher como algo de maior nobreza e qualidade. Por sinal, uma das maneiras em que você vai saber se esta pessoa é a pessoa que Deus tem para você é esta: Eles irão estimular a sua caminhada espiritual, não tirá-la de você.

Eis aqui algumas importantes questões que sempre pergunto aos rapazes:

Número um: Você está atraído por ela por uma beleza bíblica ou está atraído por sua sensualidade? Sensualidade procede de um coração perverso. Marcos 7, 21-23: “Porque de dentro do coração dos homens, é que procedem os maus desígnios, a prostituição, os furtos, os homicídios, os adultérios, a avareza, as malícias, o dolo, a lascívia*, a inveja, a blasfêmia, a soberba, a loucura”. Igualmente, a sensualidade é uma obra da carne, em Gálatas 5:19: “Ora, as obras da carne são conhecidas e são: prostituição, impureza, lascívia*”. Uma mulher pode ser devidamente chamada bonita, uma mulher pode ser devidamente chamada elegante, mas uma mulher que é sensual possui um coração maligno... Tem um coração maligno! Eu sei pessoalmente. Minha esposa e eu temos discutido muito isso porque ela fala a jovens meninas e tal, e eu conheço muitas, muitas mulheres que quando você olha pra elas você pensaria consigo mesmo “Que bela e elegante dama”. E, honestamente, como um homem de Deus, é tudo o que você poderia pensar. Uma bonita, elegante, refinada... E existem outras mulheres, rapazes, que não carregam metade da beleza física, que se você é um homem de Deus, você olha e no momento em que você vê ela entrando na igreja , você tem de olhar para baixo por causa da sensualidade saindo de seu coração. Pessoal, isto é verdade! E todos aceitam isso do jeito que é. Rapazes, fujam da sensualidade! Fujam da sensualidade, pois a sensualidade é somente um anúncio público da condição do coração. Fujam disso!

E moças, fujam da sensualidade, fujam da sensualidade achada em rapazes, pois está lá também. Se qualquer um se veste ou age de modo a promover a moldura de seu corpo, é sensualidade. É, sim!

Beleza, sim! Nós deveríamos ser pessoas bonitas. A mulher de Provérbios 31, tudo indica que ela tinha uma nobreza real. Beleza na Escritura... Muitas das esposas dos patriarcas eram consideradas belas, e era considerada uma virtude a mais. Mas sensualidade... Se você é atraído por isso, rapaz, é além de tudo uma indicação do seu próprio coração. E você está mordendo um fruto que é proibido pra você, e terminará se tornando uma pedra em seu estômago.

Ora, eu também disse “Você está atraído por ela por causa da beleza bíblica ou pela sensualidade?”. Segundo: Você está atraído pela virtude dela ou por sua personalidade? Mesmo boas personalidades podem ser enganadoras. Muito enganadoras... Você não deve procurar por personalidade. Você deve procurar por virtude! Por virtude... A Bíblia diz, em Provérbios 31:10: “Mulher Virtuosa quem a achará? O seu valor muito excede o de rubis”. Virtuosa! Conforme os anos passam, rapazes... Eu quero lhes dizer algo, me ouçam atentamente: Não será o físico que irá permanecer em sua mulher, será a virtude. Será a virtude! Quando você vir se Cristo realmente habita em seu coração, rapazes, então vocês serão atraídos pelo Cristo que é manifesto na vida dela.
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Palavra em áudio ministrada por Paul Washer, traduzida pelo site Voltemos ao Evangelho, transcrita por mim. Assista o belíssimo vídeo desta mensagem em: http://voltemosaoevangelho.blogspot.com/2010/05/estao-minhas-maos-limpas-paul-washer.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+VoltemosAoEvangelho+%28Voltemos+ao+Evangelho%29

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Apresento-vos MEU FILHO (e minhas lições de Auxiliadora e Mãe!) xD

Hey, girls!!! :D (and guys too!! =P)

Poxa, quanto tempo que não escrevo aqui! Não por falta de vontade, mas um pouco por falta de tempo, outro pouco por não ter havido nenhum direcionamento específico de Deus durante esse tempo. Mas, pela Graça do Pai, nos últimos dias tenho tido tantas coisas pra escrever aqui! Coisas sobre nós e para nós, mulheres, sobre as quais gosto tanto de falar! Me faz muito bem mesmo falar sobre o que tenho aprendido no meu caminhar rumo ao propósito de Deus pra minha feminilidade.

Quero falar sobre Pureza e Romance, sobre Modéstia e Feminilidade, sobre Família, sobre Minha Vida na Cozinha (hehehe) e muitas coisas mais. Mas, como não dá pra escrever sobre tudo ao mesmo tempo, resolvi selecionar dois temas muito importantes, que estão interligados, e que representam dois acontecimentos especiais dessa semana: os temas são Missão de Auxiliadora e Maternidade, e os acontecimentos são o Aniversário de meu Dad-Príncipe (que foi dia 04 de Maio agora) e o Dia das Mães, é claro.

E, para falar sobre isso, apresento a vocês a maior novidade da minha vida nos últimos meses: MEU FILHO! Pois é, agora eu tenho um filho! E é através dele, principalmente, que o Senhor tem ministrado tão fortemente sobre esses dois assuntos na minha vida.

Aí está o meu bebê: Pingo Silva Ramos!!! rsrsrs.. Meu mozão, o Dálmata mais lindo do mundoo!! xD


Então, na verdade o Pingo já é parte da Família Ramos há quase 13 anos (é, meu amor tá velhinho!! :( Mas nem parece, né?), mas durante a maior parte desse tempo eu nunca tive quase nenhum contato com ele. Provavelmente tem uns 11 anos que eu não tinha nenhum contato com ele, a não ser pela janela da cozinha, porque tinha medo dele. Sempre foram meu irmão e meu pai que cuidavam dele, e mais ninguém. Ele tinha uma "esposa" (nem sei se dá pra dizer isso! rsrs) e um filhote, mas os dois morreram e ele ficou só. Até então, o Pingo não fazia nenhuma diferença pra mim, ainda que eu "gostasse" dele, já que ele só ficava no quintal de casa e eu nunca ia lá quando ele tava solto.

Porém, há uns 2 a 3 meses, o Pingo ficou doente. Ele já estava doente há mais tempo, com dificuldade pra andar sozinho, mas nos últimos 3 meses isso piorou muito. E ele parou de andar, por vários motivos. Ele não consegue mais levantar sozinho, e nem andar sem a ajuda de alguém. E vocês podem imaginar como tem sido a vida dele desse jeito: ele faz xixi deitado e fica todo molhado, esperando alguém pra levantá-lo, sente dor nas patas em função de ficar muito tempo sem se movimentar, não consegue ir atrás de água ou comida quando tem sede ou fome, e só come ou bebe se alguém colocar comida e água pra ele, não consegue se virar sozinho, enfim. E foi exatamente isso o que me aproximou do Pingo!

Creio mesmo que isso foi coisa de Deus! Na verdade, não tenho dúvida disso. Digo a Deus que Ele me deu uma chance de aprender com o último dos nossos cachorros, quando os outros dois morreram e eu não pude sentir nada, nem um pouco da dor de perdê-los, como meu irmão sentiu e chegou a ficar deprimido. Mas Deus me deu mais uma oportunidade - uma oportunidade de me ensinar tantas coisas através do Pingo.

Uma das primeiras coisas que aprendi com ele foi sobre simplicidade. Tenho percebido o quanto os cachorros (não sei se todos, mas o meu bebê sem dúvida! xD) são parecidos com as crianças. Logo quando me aproximei do Pingo e passei a cuidar dele, fiquei pensando sobre o quanto nunca dei bola pra ele durante 11 anos, e como, quando resolvi me aproximar, ele nunca me tratou mal ou ficou desconfiado comigo por causa disso. Parece uma coisa tão boba de pensar, não é? rs. Mas devia ser o Espírito Santo querendo me ensianar sobre como eu tenho dificuldades de perdoar, de esquecer o mal que as pessoas me fazem e dar uma nova chance - de verdade - a elas. Eu levei 11 anos pra descobrir o Pingo, mas ainda assim não houve restrições em sua recepção a mim. (Desculpem se eu sou tão sensível assim, mas não é exagero, realmente essa experiência tem feito muita diferença na minha vida! heheh). A verdade é que o carinho que um animal nos passa, tão desinteressado, sincero, livre de julgamentos e de cobranças é tão diferente do carinho que a maioria das pessoas costuma passar. Isso é tão triste. Nós que nos achamos tão superiores a todas as criaturas da terra deveríamos parar e aprender um pouco mais com eles.

A segunda experiência, linda, que tenho tido com o Pingo é sobre ser Mãe. Taí outra coisa na qual acredito profundamente: que o Senhor está me ensinando um pouquinho do que é ser mãe através da doença do meu cachorro. Hoje, sou eu, e meu pai, quem mais cuida do Pingo em casa. Até mesmo meu irmão, que cuidou dele a vida inteira, não está mais cuidando dele. E quantas coisas tenho aprendido com isso. A situação do Pingo hoje é exatamente como a de uma criança recém-nascida: tudo que ele quer ele chora, tudo que ele precisa tem que pedir dos outros (chorando), e a gente (eu e meu pai) precisando aprender a decifrar cada um de seus choros e suas necessidades. Cada vez que o Pingo está chorando e eu preciso ir lá com ele, descobrir o que ele quer, fico pensando em como, um dia, vou passar por isso com cada um dos meus filhos, aflita por vê-los chorando e não saber porquê, não saber o que fazer, e do como vou acabar aprendendo cada uma dessas coisas. Eu não sei explicar a ligação que acabei criando com o Pingo, só sei que é algo forte demais. Por isso acho que estou aprendendo a ser mãe. Fico arrasada quando ele tá com dor e fica a noite toda chorando. Fico arrasada quando as pessoas não tem paciência e ficam brigando com ele. Fico arrasada de vê-lo molhado de xixi, sem conseguir levantar e, muitas vezes, sem ninguém pra ajudá-lo. Sofro com ele. Deve ser porque ele é tão lindo!!! xD (Digam a verdade, ele não é o Dálmata mais lindo que vocês já viram? Sempre achei que ele tinha cara de cachorro de capa de revista!! heheh). Mas, além de lindo, ele é também tão amigo, tão fofo, meigo, dengoso... #) Não sei, é meu filho mesmo!! rsrs. E uma coisa incrível que aconteceu nesses 2 a 3 meses que tenho cuidado dele é que, hoje, eu já sei identificar com tanta facilidade o que ele quer, porquê está chorando! Sei quando ele está com fome ou sede, quando ele quer fazer xixi ou cocô, quando quer virar de lado, quando quer ir pro canto dele. Isso é incrível! Outra coisa incrível é como me faz bem cuidar dele. Às vezes chego do trabalho super cansada, muitas vezes já 22h e pouco, mas nunca falta energia pra cuidar dele! Normalmente chego do trabalho, às vezes troco logo de roupa, como alguma coisa, mas logo vou ver como ele está. Numa época em que ele tava chorando muito, quase o dia inteiro, eu já chegava da rua procurando ouvir se ele tava chorando ou não. Eu dormia atenta pra ver quando ele chorava, se estava chovendo ou não pra ele não se molhar, etc e tal. E quantas vezes fiquei horas sentada ao lado dele, quando ele tava com dor e ficava chorando, sem conseguir dormir, só fazendo carinho e conversando com ele. Eu ia dormir 01 e pouco da manhã, só xixi do Pingo (rsrs), mas feliz por estar cuidando dele!! E como agradeço a Deus por essa experiência! Sei que não será fácil ser mãe, mas que também será extremamente prazeroso! Se é possível amar dessa forma um cachorro, como será com meus próprios filhos?!

E a terceira grande lição que tenho aprendido é sobre meu papel como Auxiliadora. Antes de tudo isso acontecer, eu estava lendo um livro "Conte Comigo", da Wanda de Assumpção, que fala exatamente sobre o papel de Ajudadora das mulheres. E Deus me deu a oportunidade de viver isso na prática, hoje mesmo, ainda que eu não seja casada. Tenho tido a honra, o prazer, a dádiva de ser a Ajudadora de meu pai! Puxa, como isso tem me feito bem! Eu já falei muitas vezes do quanto meu pai é uma pessoa incrível! Admiro tanto meu pai, como pessoa, como homem, como marido, filho, irmão, pai! E, como mencionei, quam sempre cuidou dos cachorros de casa foram meu pai e meu irmão. Mas, nesse período que o Pingo ficou doente, meu irmão começou a trabalhar e, com a faculdade, passa o dia inteiro fora de casa, então, todo o peso da responsabilidade com o Pingo ficou sobre o meu pai. E, pensando na situação em que o pingo se encontra hoje, não é uma responsabilidade pequena! Até uns 15 dias atrás, o pingo estava tão mal que passava quase o dia inteiro chorando - e ninguém sabia exatamente o porquê. Ele chorava a madrugada inteira, e o choro dele não é nem um pouco discreto, é extremamente escandaloso! Foi um tempo muito difícil! Meu pai estava esgotado, sem saber mais o que fazer, principalmente porque ninguém em casa tinha paciência com a situação, e todos acabavam jogando a culpa de "não dormir direito", ou de ter que ficar ouvindo o pingo latir o dia todo, nele. Foi quando o Senhor fez o que fez comigo e, graças a Ele, pude começar a ajudar o meu pai. Existe algo que eu sempre vi no meu pai, no meio de toda essa situação: a paciência que ele tinha com o pingo, a preocupação com o sofrimento dele e o carinho por ele. A situação chegou a um nível que todos em casa se reuniram e decidiram que deveríamos sacrificar o pingo! Todos diziam que deveríamos fazer isso "porque ele estava sofrendo muito", mas a verdade é que nenhum deles tinha paciência de aguentar os choros dele, que os estavam incomodando demais. Meu pai também chegou a aceitar a idéia de sacrificá-lo, mas ele era a única pessoa que realmente tinha paciência com o pingo e se importava com o sofrimento dele. Quantas vezes meu pai passou a madrugada inteira levantando pra cuidar do pingo, e eu nunca o vi tratando-o mal, gritando com ele ou se estressando! Meu pai será um grande avô! :D E eu recebi a missão, e o prazer, de poder lhe ajudar em toda essa pressão com o pingo. A idéia de sacrificar o Pingo foi terrível pra mim! Nunca imaginei que poderia me apegar tanto e sofrer tanto com a idéia de matar um animal! Mas eu já chorei tanto por causa disso! E meu pai, lindo como sempre, não simplesmente tomou a decisão por estar sendo pressionado por todo mundo, ele se preocupou comigo, com minha dor, e somente disse que não tinha mais condições de fazer qualquer coisa pelo pingo, que estava cansado e precisando de ajuda. E passamos a ser uma dupla. Temos trabalhado juntos, e estamos lutando juntos agora pela vida e saúde do pingo. Já o levamos em vários veterinários, e os melhores disseram que existe a possibilidade dele voltar a andar! Como meu pai está mais aliviado, mais satisfeito e feliz por ver a recuperação do pingo, e probabilidades dele melhorar ainda mais. Nós passamos o dia inteiro trabalhando juntos nisso - decidimos o que ele vai comer, discutimos sobre o porquê dele estar chorando, saímos pra levá-lo no veterinário juntos, fazemos planos sobre as "sessões de fisioterapia" dele, compramos ração pra ele juntos, e tantas coisas mais.

Então, sim, eu não tenho dúvidas de que Deus tem muitos propósitos por ter colocado o Pingo no meu coração neste momento da vida dele - e da minha. Tenho podido ver, pessoalmente, a necessidade que um homem tem de ter uma mulher que o apoie, o incentive, diga a ele do quanto seu empenho está sendo importante, do quanto o admira por sua dedicação, ajude-o nas pequenas tarefas, converse com ele e seja realmente sua AUXILIADORA. Tenho visto isso de forma tão clara na vida do meu pai. E também tenho experimentado o quanto é bom, satisfatório e lindo ser essa Ajudadora! Me sinto TÃO FELIZ por poder ajudar meu pai! Isso já vinha acontecendo em algumas outras coisas, como fazer o supermercado de casa, providenciar almoço quando falta ou no fim de semana, pagar contas de casa, e outras coisas que sempre sobravam só pra ele fazer, mas essa experiência com o pingo tem sido algo maravilhoso na minha relação com ele. E, acima de tudo, tem me feito admirá-lo ainda mais do que sempre o admirei - que grande homem meu pai é! Agradeço muito a Deus por poder diminuir um pouco o fardo que sempre esteve sobre as costas dele, e poder ser algo bom em sua vida. Espero que ele também sinta assim.

Assim, essas são algumas das coisas que tenho aprendido, pela Graça do Pai, nesses últimos meses "in off". Agradeço infinitamente ao Senhor por estar me ensinando tanto sobre os papéis tão importantes que receberei no futuro - de Mãe e de Auxiliadora. Que todas essas experiências possam resultar em frutos de benção e honra ao Senhor unicamente! Não deixemos de nos preparar para o que Deus está preparando para nosso futuro!

Com carinho e saudades daqui... =P

Aline! ;)