sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Astros sem luz própria


Surpreendi-me, subitamente, com a consciência de estar procurando pela luz que minha alma e meu espírito precisam nos lugares errados. Procuro-a em pessoas que brilham – sem saber que, por si mesmas, elas não têm a luz que preciso para me oferecer. E me veio à mente a lua e o sol.

É como se pequenas estrelas ou astros celestiais sem luz própria estivessem à procura de uma fonte de energia que os fizesse brilhar. Então, eles vêem a Lua – formosa, brilhante, radiante reinando nas noites estreladas. Ela lhes parece o local ideal do qual devam se aproximar. Então, aproximam-se dela, na esperança de que sua luz possa transmitir-se para eles e também fazê-los iluminados.

Porém, tais estrelas desconhecem um fato: a lua, por mais brilhante que esteja, também é um astro sem luz própria. Sua luz não provém de si mesma, é apenas um reflexo da luz do sol. Assim sendo, ela não tem o poder de iluminá-las, ainda que elas lhe estejam muito próximas.

E é como estas estrelas que agimos, muitas vezes em nossa vida. Em nossa necessidade constante e real de termos luz e sermos luz, de vermos nosso coração e espírito ardendo e queimando, precisamos de uma fonte para alimentar-nos. E é quando cometemos o erro das estrelas: olhamos para as vidas de pessoas que brilham ardentemente e, erroneamente, achamos que ao nos aproximarmos delas, consequentemente, seu brilho será transmitido para nós e nos fará brilhar também. Mas elas também são astros sem luz própria, assim como nós.

Eu admiro pessoas cujos espíritos e corações ardem e queimam por Deus com uma facilidade incrível! Olho para suas vidas, e quanto elas são reluzentes, e anseio por ser assim também. E é nessa ânsia que, com muita frequência, esqueço que elas não têm luz própria. Que essa luz que transmitem é apenas um reflexo – do próprio Deus. Esqueço que, por maior que seja a luz que vejo nelas, e por mais perto que eu possa chegar delas, não são suas próprias presenças o que pode gerar luz em mim – no máximo, verei o brilho que elas refletem com maior intensidade, mas esse brilho nunca chegará a ser real em mim se eu não me dirigir à verdadeira fonte.

Essa foi a revelação de Deus pra mim nesta noite: se quero que meu espírito brilhe, que meu coração queime, que minha alma reluza... é dEle que devo me aproximar! Não adiantará, por mais que pareça adiantar, andar com pessoas maravilhosas, cristãos sensacionais, ter amigos que são referenciais de vida cristã, se eu não estou perto DELE. Não poderei brilhar – pois não terei nenhuma luz para refletir. É a luz DELE em minha vida que fará reflexo e me fará reluzir. É o calor proveniente DELE que fará meu coração queimar e fazer a diferença!

Ele é a FONTE – e somente ELE. Nenhum outro lugar. Nenhuma outra pessoa. Nenhum outro caminho. Somente o estar próximo à Ele, caminhando com Ele, aprendendo com Ele, deixando-O falar e ouvindo-O. Nenhuma outra voz poderá trazer a vida que meu espírito necessita.

Meu clamor é que, sempre que meu coração se esfriar e minha luz começar a diminuir, Seu Espírito terno e tão misericordioso ajude-me a relembrar disso: não há nenhuma outra fonte de luz, vida e calor a não ser ELE MESMO.

Obrigada, Senhor!

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Por que eu creio?


Creio porque eu estava quieta no meu canto, vivendo minha vidinha de adolescente religiosa que achava sua vida quase perfeitinha e exemplar: era uma das melhores alunas da turma, uma filha que nunca deu grandes trabalhos, tinha uma família muito bem estruturada, era uma católica praticante e bem atuante, participava de debates sobre a Bíblia, família, Deus e fé, não saía com rapazes, não ia a festas com tanta frequência, não vestia roupas indecentes, não bebia nem usava nenhum outro tipo de substâncias viciantes, visitava igrejas evangélicas e tinha amigos nelas, me achava alguém bastante espiritual e não via nada em minha vida que precisasse de grande mudança. Achava que conhecia a Deus e andava com Ele. Não pedi pra que nada mudasse – não achava que precisava mudar.

Foi quando recebi um convite pra participar de um encontro de jovens bastante famoso na cidade e o qual eu tinha muita vontade de conhecer. Lembro tão bem do primeiro dia de encontro e da metade do segundo dia, nos quais meu pensamento, ao olhar pra tantos jovens com crises familiares enormes, problemas com álcool e drogas, homossexualismo, violência e outras histórias desastrosas, era: “Como esses jovens precisam de Deus e de transformação em suas vidas! Deus fale com eles nesses dias!”. Em nenhum momento pensei que aquele encontro seria para MIM. Não achava que era um dos que “precisavam” daquele encontro, pois achava que já tinha o que precisava. Mas eu nem imaginava o que iria acontecer.

No segundo dia de encontro, após tantas palestras lindas e outras formas de anunciar o amor de Deus, após ter conhecido pessoas novas e ouvido muitas coisas, houve um momento de “ficar a sós” – nós e Deus, somente. Era um momento em que ficávamos num lugar aberto e, após uma dinâmica, todos se separaram e ficaram sozinhos, e era hora de falar com Deus. Não havia ninguém falando nada. Somente uma música de fundo e um tempo livre para você se aproximar de Deus. E foi ali que Ele se achegou a mim. Eu não pedi, Ele simplesmente chegou. E, sem que ninguém precisasse falar nada, Ele abriu meus olhos, me mostrou o tamanho de minha necessidade dEle, o tamanho de minha distância dEle, o tamanho de minha religiosidade, meu egoísmo, minha vaidade, minha vida controlada por mim mesma – e me disse que tinha outros planos para mim. Foi quando entendi que havia mais para minha vida – e abri mão de todo o resto, de todo o auto-controle, de todos os desejos e prazeres carnais, porque eu queria viver com Ele e para Ele. Com TODA minha sinceridade, posso dizer convicta que, naquele momento, eu nasci de novo. Não falei pra ninguém o que havia acontecido, apenas eu sabia, mas a minha vida jamais voltaria a ser a mesma a partir de então.

Era apenas a primeira de muitas situações como esta: eu achando que já estava “quase perfeita”, totalmente inconsciente da necessidade que eu tinha de Deus, totalmente incapaz de sequer desejar ser liberta de coisas que me escravizavam, e Ele vinha novamente, no mesmo silêncio, na mesma paciência e sutileza, tocava em meus olhos e me mostrava minha real situação. Em cada momento que pude enxergar meu pecado, meus enormes desvios do caminho, meus “erros teológicos”, minha meninice na fé, não foi porque eu simplesmente “quis” vê-los. Eu nem tinha condições de querer vê-los, tão imersa eu estava neles. Foi a Graça dEle. ELE foi lá, me alcançar no meio do caminho errado onde eu me encontrava, e ELE me trouxe de volta. Ele foi testando minha fé infantil e aperfeiçoando-a, até que o amadurecimento fosse chegando paulatinamente, firmado em cada passo dado no passado e presente.

É por isso que eu creio. Porque olho para minha vida e vejo um verdadeiro MILAGRE. Um milagre porque, ao olhar pra tudo o que já houve, não havia NADA em mim que pudesse ter me conduzido até aqui. NADA. Nem mesmo a vontade de dar o primeiro passo veio de mim mesma, quanto mais a capacidade de ser convencida e capacitada a mudar o rumo e recomeçar continuamente. Tudo o que houve foi Ele quem fez. Tudo poderia ter acabado por tantas vezes. Eu me desviei do caminho tantas vezes. Mas Ele continuava lá. Cada “coincidência” era mão dEle. Cada “desastre” era também a mão dEle – livrando-me do que estava por vir.

Não fui EU. Em momento nenhum, como não sou EU agora. Foi ELE e é ELE. Porque eu nunca fui e nunca serei capaz em minhas próprias forças. Porque eu sequer merecia a Ele, pois a verdade é que eu nem O queria de fato e rejeitava a ideia de abrir mão de meus prazeres por causa dEle. E é por essa consciência que eu creio. Sim, eu creio porque Ele me deu FÉ, porque Ele abriu meu coração e olhos, apesar de mim mesma e de minha falta de merecimento. Creio porque a história, sem Ele, seria tão trágica – a menina sem identidade, sem saber nem quem era nem para onde estava indo, a menina que queria se sentir amada e queria ter amigos. E como a história poderia ter se transformado no que é hoje sem ELE? Como poderia haver tanto amor e alegria e sonhos se tudo isso não fosse milagre DELE? Se fosse só EU na história? Não. Não poderia. Seria demais para quem não tinha forças nem mesmo para descobrir-se a si mesma. E hoje as coisas são como são.  Isso é BONDADE. Isso é AMOR. Isso é GRAÇA.

Creio porque minha vida e minha história são um milagre DELE. Porque continua sendo. Porque só estou de pé ainda por causa de Sua graça tão grande, pois continuo pequena e frágil. Continuo “erva do campo”. Mas ELE continua sendo DEUS – Aquele que já ERA antes de todas as coisas, Aquele que fundou tudo o que há, Aquele que É e SEMPRE SERÁ, Aquele em cujas mãos está toda a Criação e toda a História, Aquele que é TUDO em TODOS. Ele continua sendo DEUS, e eu continuo sendo HUMANA. Mas Ele ainda insiste em continuar essa obra incompreensível e indescritível em minha vida. E Ele ainda tem tantas histórias assim para realizar em tantas vidas. Basta crer.

“Pois eu tenho por certo isto, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até ao dia de Jesus Cristo” (Filipenses 1.6)

É por isso que eu creio.

A ti seja a glória, Pai, por Sua tão grandiosa graça, manifesta em Jesus, e por continuar derramando-a sobre mim. Tudo é Teu!

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Reconhecidos pelo quê?


Pelo quê nós queremos ser reconhecidos pelos outros, quer no presente ou no futuro? Pelo quê queremos ser lembrados por aqueles que tiveram a oportunidade de nós conhecer ou de ouvir falar de nós? O que queremos que seja falado a nosso respeito quando alguém perguntar sobre quem somos?

Essas perguntas começaram a surgir em minha mente e coração de forma especial em função dessa condição meio “pública” de ser “blogueira” e depois de observar como os blogs cristãos têm crescido em número, especialmente aqueles voltados para jovens e que acabam, quase sempre, convergindo para os assuntos sobre romance, namoro, casamento e semelhantes – como acaba sendo também o caso do Mulheres Virtuosas, até certo ponto.

Então, aquela doce voz do Espírito Santo, que testifica com o nosso espírito, começou a soar em minha mente e coração: pelo que você quer ser reconhecida? O que você quer que as pessoas falem, em primeiro lugar, quando falarem de você? E, por fim, uma última pergunta: Qual é a bandeira que elas lembrarão que você esteve carregando?

E a grande questão aqui é: nós dedicamos tanto tempo levantando bandeiras do tipo “côrte”, “romance cristão” e focando nesse aspecto específico da vida cristã, falando repetidas vezes sobre ele, e tantas vezes floreando nossas expectativas a respeito da chegada do “romance de Deus” para nossas vidas que esse passa a ser o grande aspecto pelo qual somos reconhecidos. E passamos a, de alguma forma, querer ser reconhecidos por ele – “a pessoa que defendeu e viveu os princípios da côrte”, ou algo assim.

Não é que estas coisas não tenham a importância devida para serem tratadas repetidamente, porque tenho comentado aqui diversas vezes sobre quanto tenho sido convencida da importância de se abordar esse assunto, porque ele tem sido uma das principais fontes de quedas e desvios entre jovens cristãos. Porém, quantos sites cristãos têm sido reconhecidos quase que exclusivamente, ou prioritariamente, por tratarem do aspecto de relacionamentos entre jovens? E minha pergunta a mim mesma é: até que ponto meu próprio blog tem sido reconhecido por isso? Até que ponto as pessoas têm vindo até aqui somente para ler mais alguma coisa que fale sobre romance cristão? E até que ponto isso tem tomado o lugar que deve ser dedicado exclusivamente a Cristo – em minha vida e em suas vidas?

A questão é que ainda que Deus mesmo nos dê bandeiras específicas para levantar, lutas específicas para lutar, as quais têm a ver com o chamado especial e individual dEle para nossas vidas, essas coisas não são fins em si mesmas – elas são meios. Devem ser meios. Meios de glorificar mais Deus, em Cristo, fazê-Lo mais conhecido e mais honrado em nossas vidas e através delas. A vivência de princípios corretos para o romance não é um fim em si mesma, a formação de uma família no modelo bíblico não é um fim em si mesma, até porque mulçumanos e judeus têm se aproximado muito mais desses padrões do que a maioria de nós, cristãos – contudo, isso não é uma vitória por si só. Todas essas coisas são bandeiras que valem à pena ser levantadas, acima de tudo e em primeiro lugar, quando forem fontes para honrarmos mais a nosso Deus e o glorificarmos mais nessa terra. Esse é o objetivo de todas as coisas.

E, em minhas reflexões sobre minha própria vida, é por isso que eu quero ser reconhecida. É por isso que eu quero que o Mulheres Virtuosas seja reconhecido. Porque fala sobre Cristo, e não porque fala desse ou daquele assunto. Porque prega a Cristo e não porque fala de coisas bonitas. Porque é o instrumento, ainda que fraco, que o Senhor tem me dado a graça de ter para falar de Quem Ele é, das coisas que o honram e agradam, das coisas que Ele espera de nós, de forma que Cristo seja mais conhecido e engrandecido. Quero que falem de mim: “A bandeira dela é Cristo!” – e todas as demais coisas são somente meios para chegar a Ele.

Meu GRANDE anseio é que, um dia, se possa falar sobre mim palavras como as que Jonathan Edwards falou sobre Sarah Edwards, antes dela se tornar sua esposa, quando ainda pouco se conheciam:

“Dizem que em [New Haven] existe uma moça amada do Grande Ser, Aquele que criou e governa o mundo. Dizem que em certos períodos este Grande Ser vem ao encontro desta moça e, de uma maneira invisível, enche-lhe os pensamentos com extraordinário deleite; e que ela dificilmente se interessa por qualquer outra coisa, exceto meditar nEle... [Você] não pode persuadi-la a fazer qualquer coisa errada ou pecaminosa, ainda que prometa dar-lhe o mundo inteiro, pois ela receia ofender a este Grande Ser. Ela possui muita doçura, tranqüilidade e total benevolência de pensamento; especialmente depois que este Grande Ser se manifestou a ela. Às vezes, anda de um lugar a outro, cantando com doçura; e parece estar sempre cheia de alegria e gozo... Ela ama estar sozinha, passeando pelos bosques e campos, e parece ter Alguém Invisível sempre a conversar com ela.” ¹

Ainda me vejo TÃO longe de chegar a um amor, desejo e intimidade tão grandes com o Pai a ponto de se poder dizer algo o mínimo próximo de palavras como estas. Porém, Deus sabe o quanto eu quero poder, um dia, chegar a algo semelhante a isto. Ser reconhecida pela Presença deste Grande Ser tão maravilhoso, e por Ela acima de qualquer outra coisa.

Que a bondade dEle me conceda mais esta graça!

E você? Quer ser reconhecido pelo quê?

[¹ Do livro “Mulheres fiéis e seu Deus maravilhoso”, de Noël Piper, Editora Fiel, pág. 19 e 20]

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Gente como a gente...

Hoje comecei a ler o livro "Mulheres fiéis e seu Deus Maravilhoso", da Noël Piper, editora Fiel. O livro conta as histórias de 5 mulheres de Deus, que viveram em épocas diferentes, com vidas diferentes e usadas por Deus de formas diferentes, porém todas com uma coisa principal em comum: o seu Deus Maravilhoso!

Nessa manhã, li a história de Sarah Edwards, esposa de Jonathan Edwards, e os relatos de sua vida como esposa, mãe, dona de casa, hospedeira e exemplo de mulher. Ela foi esposa do maior teólogo cristão da história da América do Norte, um dos grandes Avivalistas da história do Cristianismo, mas sua vida não foi assim tão cheia de "holofotes" quanto de seu marido. 

Sarah não foi uma missionária que fez grandes trabalhos sociais, não foi uma líder de multidões, uma pessoa famosa por grandes feitos públicos ou algo assim. Sua grande missão foi ser Auxiliadora de alguém que viria marcar cada futura geração até os nossos dias. Ela dedicou-se a construir um lar cheio da paz, alegria, conforto e segurança espiritual que seria o ambiente adequado para as profundas reflexões e estudos de seu marido, as quais têm contribuído há séculos para a prática do verdadeiro Cristianismo, de maneira coletiva e pessoal, até hoje; dedicou-se a criar filhos no amor e temor do Senhor, guiando-os ao conhecimento de Cristo e ao desejo de honrá-Lo em todas as coisas; e viveu uma vida pessoal dedicada a honrar ao seu Deus de todas as formas, tendo sido reconhecida como uma mulher com aquele "espírito mando e agradável que é típico das mulheres que professam ser piedosas", por seu cuidado com os outros, amabilidade, gentileza, humildade.

Sarah foi uma mulher simples, comum, que se dedicou a coisas simples, enfrentou grandes lutas, mas com uma coisa que lhe fez diferente e que mudou toda a sua história: cujo desejo era honrar e servir a Deus da melhor maneira que lhe fosse possível. Nas pequenas coisas. No demonstrar a grandeza de Deus em cada gesto de júbilo, cuidado, amor, em cada palavra e pensamento.

Como a história de Sarah Edwards despertou meu coração e renovou em mim a compreensão do que importa na vida e de como devo viver - e também o desejo de viver assim. Ainda falarei mais sobre ela, com certeza. Mas, de início, sua história, como a de Jonathan Edwards, me fez parar e ver que essas pessoas, que hoje tendemos a enxergar como "heróis", são simplesmente pessoas - gente, como a gente. Mas gente que decidiu confiar suas vidas a Deus e viver por Ele e para Ele.

É esse o desejo que se renova em meu coração nesse dia. Ter essa determinação queimando em minha vida: de viver para honrá-Lo, para agradá-Lo, para glorificá-Lo... De aprender a amar mais e mais e mais a Cristo e ter esse anseio por Ele pulsando em cada dia da minha vida! E viver isso nas pequenas coisas: nos pensamentos, nas palavras, gestos, olhares, sorrisos, reações, motivações, naquilo que as pessoas vêem em mim onde quer que eu esteja, no domínio das minhas vontades, das minhas condições físicas e emocionais, de cada um dos meus passos.

É um desafio, grande. Mas é o desafio que quero viver. Ser apenas gente, mas totalmente rendida e dependente deste DEUS MARAVILHOSO!

Que Ele me ajude a honrá-Lo mais a cada dia.

sábado, 5 de novembro de 2011

"Eu oro por ti" - Dia 5 e 6: Maturidade Econômica


Dia 5 de Novembro

MATURIDADE ECONÔMICA suficiente para manter-se num emprego e lidar com o dinheiro

Os publicitários e os empresários sabem a que alvo devem direccionar as suas mensagens - diretamente aos rapazes e adolescentes. Esse segmento específico da população é atraído por bens materiais, entretenimento popular, eventos desportivos e outras opções de consumo. O retrato da masculinidade juvenil tornado popular nos meios de comunicação e apresentado como normal por meio de entretenimento é caracterizado por imprudência econômica, egoísmo e lazer.

Um verdadeiro homem sabe como segurar um emprego, lidar responsavelmente com o dinheiro e atender às necessidades da sua esposa e da sua família. Não desenvolver maturidade econômica significa que os rapazes frequentemente pulam de um emprego a outro e levam anos para "se acharem" em termos de carreira e vocação. Novamente, a adolescência prolongada caracteriza grandes segmentos da população de rapazes nos nossos dias. Um homem verdadeiro sabe como ganhar, administrar e respeitar o dinheiro. Um rapaz crente entende o perigo que existe no amor ao dinheiro e cumpre as suas responsabilidades como um servo cristão."
["As Marcas da Masculinidade", Editora Fiel, Albert Mohler]


Tópicos de oração:

- Conhecer e ter sucesso na sua carreira e vocação;
- Inteligência para segurar um emprego;
- Gerir responsavelmente o dinheiro.



Dia 6 de Novembro:

Tópicos de Oração

Todos os respectivos aos três temas anteriores:
- Maturidade espiritual (Dia 1 e 2)
- Maturidade pessoal (Dia 3 e 4)
- Maturidade econômica (Dia 5)

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

"Eu oro por ti" - Dias 3 e 4: Maturidade pessoal


Dia 3 e 4 de Novembro

MATURIDADE PESSOAL suficiente para ser um marido e pai responsável

A verdadeira masculinidade não é uma questão de exibir características supostamente masculinas destituídas do contexto de responsabilidade. Na Bíblia, um homem é chamado a cumprir o seu papel de marido e pai. A menos que ele tenha o dom de celibato para o serviço do evangelho, o rapaz cristão deve almejar o casamento e a paternidade. Essa é, com certeza, uma afirmação contrária à nossa cultura, mas o papel de marido e pai é essencial à masculinidade. O casamento é incomparável nos seus efeitos sobre o homem, visto que canaliza as suas energias e direcciona as suas responsabilidades à consagrada aliança do casamento e à educação amorosa da família. Os rapazes cristãos devem aspirar ser aquele tipo de homem com o qual uma moça cristã se casaria alegremente, a quem os filhos obedeceriam, confiariam e respeitariam

("As Marcas da Masculinidade", Editora Fiel, Albert Mohler)


Tópicos de oração:

- Cumprir o seu papel de marido de uma forma exemplar;
- Cumprir o seu papel de pai de um modo exemplar.
- Podes acrescentar mais tópicos de oração alusivos ao tema.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

1ª Semana da Campanha "Eu Oro Por Ti" =D

Repassando a postagem do Retrato Beleza Feminina, dando início à campanha de oração por nossos futuros esposos! ^^ Deus abençoe GRANDEMENTE esse tempo! Vamos lá! ;D

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Hello amigas e irmãs!

Hoje iniciamos a campanha de oração a favor das diversas áreas nos nossos maridos/futuros maridos. Que este tempo de oração, seja também um tempo acompanhado por jejum e que traga os seus frutos visíveis nas vidas daqueles pelos quais oramos! Tenho a certeza que sim e estou entusiasmadissima para começar!! Então peguem num caderno novo e não deixem de apontar os textos alusivos aos temas da campanha e tudo aquilo que Deus falar convosco ou que queiram registar. Beijinhos :)


- Dia 1 e 2 de Novembro

MATURIDADE ESPIRITUAL suficiente para liderar uma esposa e filhos

A Bíblia é clara a respeito da responsabilidade do homem em exercer maturidade e liderança espiritual. De facto, essa maturidade espiritual demanda tempo para ser desenvolvida, bem como é um dom do Espírito Santo agindo na alma do crente. As disciplinas da vida cristã, incluindo a oração e o estudo bíblico sério, estão entre os meios que Deus usa para moldar um rapaz num homem e trazer maturidade espiritual à vida de alguém que tem a responsabilidade de guiar uma esposa e uma família. Esta liderança é central à visão sobre o casamento e à família.

A liderança espiritual de um homem não é uma questão de poder ditatorial, e sim uma liderança espiritual, firme e confiável. Um homem tem de estar pronto para liderar a sua esposa e filhos de um modo que honre a Deus, demonstra piedade, inculque o carácter cristão e leve a sua família a desejar a Cristo e a buscar a glória de Deus. A maturidade espiritual é uma marca da verdadeira masculinidade cristã; um homem espiritualmente imaturo é, pelo menos neste sentido crucial, apenas um rapaz no aspecto espiritual - -

("AS MARCAS DA MASCULINIDADE", Editora Fiel, Albert Mohler.)


Tópicos de oração:

- Disciplina na oração;
- Disciplina no estudo bíblico;
- Capacidade para liderar amorosa e eficazmente a sua família (mulher e filhos).

(poderás acrescentar mais tópicos alusivos ao tema)

- - - RBF - - -

Ao longo da campanha, oremos também pelos demais rapazes da nossa geração, para que eles alcancem o seu potencial como homens afim de manifestarem o brilho de Cristo!

Bem meninas por agora é só! Excelentes orações \o/